sábado, 5 de dezembro de 2015

O PERÍODO DA IGREJA CONDESCENDENTE (314-590 d.C.)

Constantino
Um dos indivíduos mais importantes durante esse período foi um soldado chamado Constantino. Ele foi nomeado imperador em 306 d.C. pelo seu pai moribundo e pelas tropas romanas. Quando tomou o poder no leste, ele foi imediatamente ameaçado de destruição pelo imperador ocidental Magêncio. As tropas de Constantino apareceram na batalha com uma marca incomum em seus escudos, algo que se assemelhava a um X. Constantino afirmou ter visto em um sonho a imagem da cruz e ter ouvido uma voz que dizia: "Com este sinal, vencerás!". Com esse emblema gravado em seus capacetes e escudos, Constantino levou seus homens à vitória, derrotando o seu inimigo na famosa Batalha da Ponte Mílvia, nos arredores de Roma.
Em 313, ele assinou o Edito de Milão, o qual concedia liberdade aos cristãos. Então, ingressar para a igreja virou um modismo. Constantino prometeu peças de ouro e vestes brancas a todos os convertidos. Logo, os bárbaros começaram a aderir à igreja aos milhares, trazendo com eles suas práticas pagãs. A igreja então se tornou tão mundana, e o mundo tão religioso, que não se podia ver nenhuma diferença entre eles. Loraine Boettner lista as seguintes doutrinas antibíblicas que foram introduzidas durante esse período:

Orações pelos mortos (300 d.C.).
Fazer o sinal da cruz (300 d.C.).
A veneração de cristãos mortos e anjos (375 d.C.).
A instituição da missa (394 d.C.).
A exaltação de Maria (431 d.C.).
A extrema unção (526 d.C.).
A doutrina do purgatório (593 d.C.).

Alguns campeões desse período incluem:

  • João Crisóstomo (347-407 d.C.), o maior pregador da época.
  • Jerônimo (340-420 d.C.), o estudioso que traduziu a Bíblia para o latim.
  • Agostinho (354-430 d.C.), um dos maiores teólogos de todos os tempos.


Até a próxima.
Fica na paz!

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